Avenida Embaixador Abelardo Bueno 01
Edifício Lagoa 1
Sala 706 / 707
Barra da Tijuca – Rio de Janeiro

 

Central de marcação
de Consultas: 21 3030-3601
21 97133-2025
.
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]

MOBILE

Dúvidas
comuns

Dúvidas comuns

Essa é uma dúvida muito comum. Já explicamos no tópico “rol da ANS” o porque disso ocorrer. Tentamos com a NIRC trazer soluções exatamente nessas situações. Oferecemos planos de pagamento desde a cirurgia bariátrica até o momento ideal (após 18 meses) para você realizar sua cirurgia plástica reparadora com segurança, com profissionais experientes no assunto e claro, com planejamento financeiro para tal. Consulte-nos!

Você sabia que a perda maciça de peso pela cirurgia bariátrica favorece a modificação da estrutura da pele? Apesar da eficácia na perda de peso e no controle ou resolução de várias comorbidades relacionadas à obesidade, a cirurgia bariátrica traz, como consequência, alterações significativas no tecido subcutâneo, culminando em excesso de pele flácida na grande maioria dos indivíduos.

Sobre as cirurgias bariátricas, em termos técnicos, existem as cirurgias restritivas (que reduzem a capacidade do estômago), disabsortivas (promovem alteração drástica de absorção de nutrientes a nível do intestino delgado, como carboidratos, vitaminas, proteínas e açúcares) e as mistas, que são utilizadas as duas estratégias. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), a técnica cirúrgica mais realizada no Brasil é o Bypass Gástrico, considerada uma técnica mista, pois tem caráter disabsortiva e restritiva. O paciente perde cerca de 70 a 80% do excesso de peso inicial e, apesar do sucesso da rápida perda de peso e sua manutenção, o excesso de pele gera muita insatisfação nesses indivíduos, levando-os a buscarem pela cirurgia plástica reparadora pós-bariátrica. Porém, devido às alterações no tecido subcutâneo, há certa limitação nos resultados da cirurgia plástica reparadora, pois a pele torna-se mais frágil e com comprometimento da sua resistência.

Já é bem documentado pela literatura científica que a cirurgia plástica reparadora pós-bariátrica apresenta um risco significativamente aumentado de complicações pós-operatórias nesses pacientes (especialmente àqueles submetidos ao Bypass gástrico) em comparação com os pacientes que não se submeteram a cirurgia bariátrica. Das complicações, as principais são: seroma, deiscência, hematoma, infecção de ferida operatória, cicatrização tardia e sofrimento de pele. O principal motivo gira em torno da deficiência proteico-calórica, vitamínica e de minerais que a cirurgia bariátrica promove (principalmente o Bypass, devido a modificação no trato digestivo), os quais são essenciais para a manutenção da estrutura e saúde da pele, fatores fundamentais para uma boa cicatrização.

Sobre a pele dos indivíduos pós-bariátricos, especificamente as alterações estruturais da derme, alguns estudos observaram que, durante o processo de perda de peso maciça após a cirurgia bariátrica, há uma degradação organizacional do sistema colágeno com aumento da densidade das fibras elásticas. Alguns autores relatam que há um desarranjo da matriz extracelular (MEC) a partir de um desequilíbrio entre a síntese de colágeno e sua degradação, caracterizando distúrbios na remodelação da MEC com consequente redução de fibras colágenas espessas, organizadas, estruturadas e direcionadas (comum em peles de indivíduos que não possuem histórico de obesidade e perda de peso maciça) em favor de fibras finas, desalinhadas e frouxamente dispostas. Há menor resistência e maior elasticidade em relação ao período anterior a uma perda de peso acentuada, o que implica diretamente na cicatrização. Outra característica relatada em um recente estudo é que a pele do indivíduo pós-bariátrico mantém o perfil inflamatório mesmo após 2 anos de cirurgia.

Todas essas características são peculiares ao paciente pós-bariátrico, os quais devem ser assessorados por uma equipe especializada para os cuidados desde o pré operatório até a alta completa, com cirurgiões plásticos reparadores, nutricionistas e fisioterapeutas especializados em pacientes pós-bariátricos, com o objetivo de garantir um atendimento humanizado e altamente especializado, controlando ou minimizando as possíveis complicações.

Segundo consensos atuais, o melhor momento para realizar as cirurgias plásticas reparadoras seria entre 18 a 24 meses após a cirurgia bariátrica. O organismo precisa de tempo para se adaptar aos déficits de nutrientes, entre eles a proteína, permitindo que a cirurgia plástica reparadora seja realizada com mais segurança (menos chances de complicações) e com resultados melhores pela estabilização do colágeno.

Seguimos rigorosamente alguns critérios de segurança presentes em publicações científicas atuais. Porém, basicamente, o paciente deve ter todos os distúrbios nutricionais corrigidos, bem como a sua estratificação de risco e controle de comorbidades residuais dentro do aceitável pela equipe clínico-anestésica. Além disso, o paciente deve estar liberado pela equipe da cirurgia bariátrica, o que ocorre, geralmente, quando atinge o platô de estabilização de peso entre 12 a 14 meses,  e com o IMC alvo (índice de massa corpórea) .

O índice de massa corpórea é dado pelo peso sobre a altura ao quadrado do paciente. Na cirurgia plástica reparadora, utilizamos um IMC de “corte” entre 28 a 30 (sobrepeso) dependendo do caso. Quando o IMC for superior a 30, não é recomendado, pois o paciente encontra-se em doença obesidade, aumentando a chance de complicações e de resultados indesejados.

A cirurgia plástica é uma especialidade médica única. Na teoria, não existe essa diferença.  Trata-se de uma área de atuação do médico cirurgião, onde a classificação em “estética” ou “reparadora” é subjetiva. O objetivo do cirurgião plástico é sempre o mesmo: a correção de uma deformidade física, que muitas vezes traz ao paciente transtornos psicoemocionais. Elevar a auto-estima e deixar o indivíduo bem consigo mesmo, reintegrando-o à sociedade.

     Para efeitos de plano de saúde, SUS, essa diferença existe. Basicamente, consideramos como cirurgia reparadora qualquer sequela que cause perda de função do órgão alvo. Exemplo: a paciente foi submetida a retirada da mama por um câncer. A reconstrução dessa mama é considerada uma cirurgia reparadora. Diferente da colocação de uma prótese de mama para aumento de volume. Em ambos os casos, a paciente pode estar sofrendo com a deformidade física, mas apenas no primeiro tivemos a perda da função do órgão.

Quando assinamos um contrato com uma operadora/seguradora/cooperativa de saúde, para prestação de serviços de saúde, acreditamos que tudo relacionado a uma necessidade médica eventual estaria firmado no mesmo. Isso não é verdade. Apenas os procedimentos presentes em “ROL” da ANS serão autorizados pelo prestador de serviços. Mas o que seria “Rol” da ANS? A ANS é uma agência do governo que regulamenta e fiscaliza os prestadores de serviço de saúde. Ela elabora uma listagem, que chamamos de “Rol” de procedimentos, que obriga o prestador de serviços a realizá-los, sob pena de multa e até suspensão de venda em alguns casos. O que não está presente nessa listagem ou Rol, não será autorizado. Especificamente, sobre as cirurgias plásticas pós bariátrica. A última atualização do Rol só permite a realização da correção da flacidez de pele resultante no abdome. Mama, braço, coxas e face são procedimentos não presentes em rol, portanto, não autorizados automaticamente.

Todo e qualquer orçamento de uma cirurgia plástica é individual. Geralmente, ele é elaborado após a análise do caso e de sua complexidade, além de outros fatores, como a preferência do hospital pelo paciente. Ao final de uma consulta, o orçamento é concedido .

Se for identificado que trata-se de uma cirurgia reparadora, sim. Se não, se for configurado como “estética”, não será autorizado. O que ocorre em alguns casos é que parte do procedimento é autorizado pelo plano e parte, não. Um exemplo: o paciente tem a dermolipectomia abdominal autorizada pelo convênio, mas a reconstrução de mama não, mas deseja realizar em um tempo único. Nesses casos, a parte hospitalar da cirurgia particular pode receber um desconto, variando de 15 a 50% do valor da tabela. Da mesma forma, os honorários médicos.

Quando realizamos dois procedimentos em duas regiões corporais distintas, no mesmo tempo cirúrgico. Exemplo: Mama e abdome.

Depende de alguns fatores. O primeiro é uma estratificação de risco minuciosa que realizamos no pré-operatório. Pacientes mais jovens, que não fumam, que não tem comorbidades, têm maiores chances de realizar uma cirurgia combinada. Outro critério é o tempo estimado do procedimento. Possuímos um tempo de segurança que é de 4h. Quando notamos que o procedimento pode extrapolar essas 4h, não realizamos a cirurgia combinada.

É um acúmulo de líquido inflamatório (exsudato), produzido quando temos alguma área de descolamento de pele presente, habitualmente nos retalhos em cirurgia plástica. Ele se acumula nesse “espaço morto”e, por vezes, precisa ser puncionado. Muito comum em áreas de grande descolamento e em pacientes submetidos a uma cirurgia bariátrica.

É um acúmulo de sangue fora dos vasos sanguíneos. Pode acontecer em qualquer lugar do corpo. Nos casos de descolamento dos retalhos em cirurgia plástica, dependendo do tamanho e repercussão clínica, devem ser reabordados cirurgicamente. A função do dreno cirúrgico é exatamente como monitor desse sangramento. Por isso, monitoramos a drenagem pós-operatória.

Trombose é a formação de um coágulo nos membros inferiores do paciente operado. É uma complicação dependente de múltiplos fatores, tais como: cirurgias prolongadas (estase), múltiplas cirurgias no mesmo tempo cirúrgico (lesão endotelial) e predisposição clínica (hipercoagulibilidade). A trombose pode evoluir para tromboembolismo pulmonar que é grave e merece atenção médica imediata. A prevenção da trombose é feita de rotina em nossa clínica. História clínica minuciosa, buscando fatores de risco, uso de meias anti-trombos, uso de compressor pneumático de membros inferiores, anticoagulante e deambulação precoce são algumas medidas adotadas. Além disso, dependendo da estratificação de risco feita no pré-operatório, indicamos ou contra-indicamos cirurgias grandes ou demoradas.

O tipo de anestesia usado vai depender de qual cirurgia plástica será realizada. Em pequenos procedimentos, damos preferência à anestesia local, com uma pequena sedação. Em grandes procedimentos, utilizamos a Peridural (“Injeção nas costas, semelhante à Raquianestesia da cesariana”), com sedação mais profunda, e, em alguns poucos casos, como a Rinoplastia e Lipoesculturas, damos preferência à anestesia geral. Reforçando, porém, que essa é a rotina de nossa equipe. Não existe certo ou errado. Outros cirurgiões podem utilizar rotinas anestésicas diferentes.

Não. Apesar dos implantes mais modernos serem muito biocompatíveis, com baixa taxa de complicações, recomendamos a troca a cada 15 anos, por se tratar de um corpo estranho e apresentar seu desgaste natural.

Depende do caso. Na maioria das vezes, utilizamos em pós-bariátrica o plano acima do músculo e abaixo da glândula. Acreditamos que esse plano diminui a chance de “dupla bolha”, comum em prótese submuscular e, mais comum ainda, em pacientes com grande emagrecimento.o

Utilizamos, como rotina, nas cirurgias do abdome. Na mama, é muito raro. Serve como um monitor de sangramento. Sua retirada ocorre, geralmente, de 5 a 7dias, quando a drenagem atinge um volume diário que nos permite retirá-lo com segurança. O procedimento é indolor.

Na maioria das vezes, 24h. Em alguns casos de reconstrução de mama, selecionados, a paciente pode ter alta no mesmo dia.

Depende do procedimento. Em geral, 30 dias.

Na cirurgia pós-bariátrica, especificamente, o organismo já foi muito agredido por uma cirurgia metabólica, que salva vidas, sem dúvida alguma, mas que deixa excedentes cutâneos, déficits de colágeno e de nutrientes fundamentais para um bom resultado. Comparar o resultado com um paciente proveniente de uma cirurgia estética é impossível. Por isso, sempre tentamos trazer a expectativa do paciente à realidade do que podemos oferecer, dentro das limitações impostas pelo caso. Procuramos ter sempre a mesma visão, tanto nas cirurgias  reparadoras, como nas cirurgias estéticas. O tratamento do paciente será sempre o mesmo. Mas o resultado depende, única e exclusivamente, do paciente. Não focando a cicatrização apenas, mas em relação a sua expectativa de resultado. O paciente que não entender isso, não deve ser operado